quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

O Fim do Windows Phone


Hoje, a partir das 15 horas (horário de Brasília), a Microsoft realizará aquele que pode ser o seu evento mais importante de 2015. O lançamento do Windows 10 e a possível integração de todos os sistemas operacionais da empresa vêm chamando atenção dos consumidores e também despertando a curiosidade das empresas concorrentes.

Entretanto, com o sistema operacional para desktops consolidado no mercado, as atenções se voltam para o futuro do Windows Phone 8.1. Por mais que a Microsoft tenha feito uma série de avanços ao longo dos últimos dois anos, o SO para celulares não alcançou globalmente a fatia de mercado esperada pela empresa.

Embora em alguns países, como o México e o Brasil, a situação seja um pouco diferente, é no mercado norte-americano que reside o maior problema da empresa em fazer o Windows Phone “decolar”. Por conta disso, a chegada do Windows 10 está sendo encarada pela empresa como o momento ideal para uma grande virada. 


Adeus, Windows Phone. Olá, Windows 10!

A primeira mudança a ser percebida deve ser nominal. O nome “Windows Phone” deve sair de cena e dar espaço para o “Windows 10”. Ainda não se sabe se alguma terminação será acrescentada ao nome, mas o fato é que a nomenclatura “Windows Phone” não deve mais figurar no vocabulário dos consumidores do SO da Microsoft.


De acordo com as informações conhecidas até agora, o caminho mais provável é a integração dos sistemas Windows Phone e Windows RT em um único sistema operacional. O maior indício que temos relacionado a esse tema é o fato de que mesmo não tendo um SDK do Windows 10 para os desenvolvedores, a empresa tem recomendado que aqueles que queiram desenvolver apps para Windows Phone comecem a estudar o SDK do Windows RT.

Vale lembrar que os celulares da linha Lumia utilizam processadores ARM, e o Windows RT nada mais é do que o Windows 8.1 numa versão para processadores ARM. Ou seja, junte as duas informações e você já tem uma ideia do que virá pela frente. Será esse o caminho para colocar os smartphones da Microsoft entre os líderes de vendas ao redor do mundo?


O Windows 10 pode ser uma aposta excelente

O Windows RT está longe de ser uma unanimidade entre os consumidores. É grande o número de usuários que torce o nariz quando encontra o nome do SO em meio às especificações de um aparelho. Entretanto, embora ele tenha nascido com um número pequeno de aplicativos – e essa falha foi uma das principais responsáveis por fazer com que o sistema fosse visto com desconfiança –, até a chegada do Windows 8.1, muita coisa mudou.

O primeiro ponto a ser observado é que essa união pode trazer benefícios tanto para aqueles que usam os smartphones da Microsoft quanto para aqueles que possuem tablets ou PCs com Windows RT. Juntas, as duas lojas ultrapassam a marca de meio milhão de aplicativos – um número considerável de apps para uma plataforma com tão pouco tempo de vida.



Ainda não está confirmada essa integração, mas, caso ela aconteça, podemos ter softwares de um sistema rodando no outro. Se levarmos em consideração que o Windows RT recebeu uma atenção maior por parte dos desenvolvedores, quem ganha e muito com essa mudança são os proprietários de qualquer smartphone que possa ser compatível com o Windows 10.


Mais apps resolvem o problema? Não é só isso

A quantidade de apps disponíveis para Windows Phone não é mais um problema faz muito tempo. Entretanto, é inevitável que em um comparativo com o Android e o iOS essa característica pese contra o SO da Microsoft, uma vez que o número de softwares disponíveis é maior nas duas plataformas concorrentes. Porém, esse seria um problema perfeitamente contornável se os apps atuais saíssem de forma simultânea para as três plataformas.

A “culpa”, em parte, é da Microsoft. Apple e Google, quando começaram com seus sistemas, subsidiaram muitas coisas para atrair a atenção dos desenvolvedores. Já a Microsoft, por outro lado, apostou em uma migração natural dos programadores para a plataforma, baseada na demanda que deveria surgir com o aumento nas vendas. Esse movimento, infelizmente, aconteceu em uma escala pequena.

Sempre vale lembrar: de nada adianta a Microsoft se tornar bem-sucedida em países como Brasil ou México se nos Estados Unidos as coisas não forem bem. É lá que está sediada a maior base de desenvolvedores dos grandes jogos e aplicativos. Se eles não têm interesse na plataforma, os apps não saem. Se os apps não saem, quem se prejudica são os usuários de todo o mundo.

Windows 10 na prática

Com o Windows RT, a situação é um pouco diferente. Por conta do reinado absoluto do Windows, os desenvolvedores migraram naturalmente para o Windows RT como forma de alcançar um público maior de usuários de Windows com seus apps. Talvez, usar esse movimento em favor do mobile seja a decisão mais correta que a Microsoft pode tomar desde que entrou nessa briga.

Mas não podemos nos esquecer de algo importante: é preciso que a empresa faça a sua parte. Curiosamente, tem se tornado rotina a Microsoft oferecer serviços melhores ou mais atualizados nos SOs dos seus concorrentes do que no próprio Windows Phone. Embora o que circula na plataforma da Microsoft seja perfeitamente aceitável, esse “desprestígio” vindo da própria empresa frequentemente enche de dúvidas a cabeça dos usuários, que se perguntam se vale a pena ou não remar contra a correnteza e apostar em um sistema em que nem mesmo a criadora parece ter coragem de colocar todas as suas fichas.

Basicamente, a integração entre Windows Phone e Windows RT é uma notícia excelente para os desenvolvedores. Na prática, para o usuário final, ela só será excelente se houver adesão por parte da comunidade de programadores e, principalmente, se a Microsoft apostar de verdade no SO, trazendo conteúdo exclusivo e dando atenção total à integração com os seus próprios serviços. Caso contrário, o Windows 10 será “apenas” mais uma atualização, e o sistema continuará sofrendo os mesmos problemas no mercado, não por falta de qualidade, mas principalmente por falta de empenho da própria Microsoft.


Fonte:Tecmundo

Astrônomos descobrem dois novos planetas no Sistema Solar

 
O Sistema Solar tem, pelo menos, mais dois planetas esperando para ser descobertos, além da órbita de Plutão, anunciaram astrônomos britânicos e espanhóis nesta segunda, 19 de Janeiro.
A lista oficial de planetas do nosso sistema solar inclui oito corpos solares, entre os quais o gigante gasoso Netuno é o mais afastado.
Além de Netuno, Plutão foi relegado ao status de "planeta anão" pela União Astronômica Internacional, em 2006, embora seja considerado por alguns o planeta mais distante do sol.
Em um estudo publicado na última edição do periódico mensal Monthly Notices, da Sociedade Astronômica Real, cientistas propõem que há "pelo menos" dois planetas além de Plutão.
Seus cálculos se baseiam no comportamento orbital incomum de rochas espaciais muito distantes, denominados objetos transnetunianos, ou ETNOs, na sigla em inglês.
Em teoria, os ETNOs deveriam estar dispersos em uma faixa de cerca de 150 Unidades Astronômicas (UA) do Sol.
Uma UA, medida de distância do Sistema Solar, corresponde ao espaço entre a Terra e o Sol: quase 150 milhões de quilômetros.
Os ETNOs também deveriam estar, mais ou menos, no mesmo plano orbital que os planetas do Sistema Solar.
Mas observações de cerca de uma dúzia de ETNOs sugeriram uma imagem bem diferente, segundo o estudo.
Se a pesquisa estiver correta, os cientistas deduzem que os ETNOs se dispersaram muito mais amplamente, entre 150 e 525 UA, com uma inclinação orbital de cerca de 20 graus.
Para explicar esta anormalidade, o estudo sugere que alguns objetos muito grandes, como planetas, devem estar nos arredores e sua força gravitacional está influenciando os ETNOs, muito menores, ao redor.
"Este excesso de objetos com inesperados parâmetros orbitais nos leva a crer que algumas forças invisíveis estão alterando a distribuição" de ETNOs, disse Carlos de la Fuente Marcos, da Universidade Complutense de Madri.
"O número exato é incerto, uma vez que os dados que temos são limitados, mas nossos cálculos sugerem que há pelo menos dois planetas e, provavelmente, mais, nos confins do nosso Sistema Solar", noticiou a agência de notícias científicas espanhola Sinc, citando o cientista.
"Se isto se confirmar, nossos resultados podem ser realmente revolucionários para a astronomia", concluiu.
Até agora, não há evidências diretas que sustentem esta teoria.
Fonte: Exame

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Tardígrado, o animal mais resistente do planeta.

Pensa que já viu de tudo? Conheça o pequeno Tardígrado.

Imortal? Quase. Não seria exagero dizer que esse pequeno animal é de outro mundo. Seu nome? Tardígrado, também chamado de urso d’água ou leitões do musgo. Essas criaturas são na verdade invertebrados do filo Tardigrada, possuindo oito patas, cada pata possui de quatro a oito pequenas garras e seu corpo varia de 0,05 a 1,25mm. Vivem entre os musgos e liquens, podendo ser fortemente pigmentados, indo do laranja avermelhado ao verde oliva.
Esses animais possuem uma anatomia complexa, são recobertos de quitina e não existe sistema circulatório e nem aparelho respiratório, as trocas gasosas são realizadas de forma aleatória em qualquer parte do corpo. A grande maioria se alimenta sugando o conteúdo celular de bactérias ou de algas. São encontrados em todo o planeta, desde o fundo oceânico ao alto do Himalaia. Das mais de 600 espécies conhecidas, cerca de 300 foram descritas no Ártico e na Antártica, também foram catalogadas 115 espécies na Groenlândia.
Em Setembro de 2007, a Agência Espacial Européia realizou uma pesquisa utilizando os tardígrados, colocando-os em uma cápsula espacial, a Foton-M3, e os enviou ao espaço. Resultado? Os bichinhos não só sobreviveram aos raios cósmicos, radiação ultravioleta e falta de oxigênio, mas ainda foram capazes de reproduzirem num ambiente tão inóspito. Para ter uma noção, no espaço, os raios ultravioletas são cerca de mil vezes mais intensos do que os encontrados na Terra. Ainda é um mistério sem explicação ou teoria para o motivo pelo qual estes animais conseguiram sobreviver por tanto tempo sem oxigênio e sendo bombardeado com altas doses de radiação cósmica.

Longevidade é uma das grandes características; podem viver até os 120 anos, um recorde para um animal com um tamanho tão pequeno. Como se não bastasse possuírem fantástico poder reparador, os Tardígrados simplesmente “desligam” seu metabolismo quando existem condições adversas como extrema seca. Possuem também a inacreditável capacidade de reparar o seu DNA de danos causados por radiação. Achou pouco?

Mais de 75 mil atmosferas é a quantidade de pressão que ele suporta, isso equivale a dezenas de vezes a pressão enfrentada pelos animais dos locais mais profundos do oceano, nas zonas abissais. Suportam também imersões durante alguns minutos em temperaturas de 200 ºC (duas vezes mais quente que a água fervente da sua chaleira). Solventes como o álcool etílico a 96% ou éter não fazem nem cócegas neles.

Se os seres humanos forem expostos a 100 grays de radiação, ocorre à morte devido à falência do sistema nervoso central, o que resulta em perda da coordenação motora, distúrbios respiratórios, convulsões, estado de coma e finalmente a morte que pode ocorrer em cerca de um ou dois dias após a exposição. Já os “imortais” tardígrados suportam nada mais e nada menos que 5700 grays de radiação. Dá para acreditar?

Todo mundo que passou pelo segundo grau, certamente sabe o que é o zero absoluto ou ao menos ouviu falar. É a temperatura na qual não existe movimentação de nenhuma molécula. É uma temperatura teórica porque é extremamente baixa, -273,15ºC, o que equivale ao zero na escala Kelvin e, apesar de os cientistas não terem alcançado esse valor, chegaram muito próximo.

Os tardígrados são realmente especiais. Algumas universidades americanas fizeram pesquisas com tardígrados, congelando-os em uma temperatura super próxima do zero absoluto, cerca de -271 ºC. Os cientistas não ficaram surpresos quando “reanimaram” os animais colocando apenas água e descongelando-os. Não se esperaria que nenhum animal sobrevivesse após terem sido congelados nesta temperatura, mas os tardígrados realmente provaram que são completamente diferente de todo o tipo de vida conhecida no nosso planeta.


Fonte: Jornal Ciencia

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Cuidado com os Adwares maliciosos

É preciso ter muito cuidado com publicidades que aparecem nas redes sociais e nos e-mails. Muitas delas são adwares maliciosos.

"Adware" é um programa que se executa automaticamente mostrando ou baixando publicidade para  o computador depois de instalado ou enquanto o aplicativo é acionado. Um aplicativo (ou "uma aplicação") é um programa de computador criado para ajudar o usuário a desempenhar uma tarefa específica, geralmente ligada a processamentos de dados. Aí é que está o perigo quando esses aplicativos aparecem nos nossos e-mails ou no Facebook e em outras redes sociais.
O processamento de dados é a realização de um processo sobre qualquer dado de entrada ("imput") para gerar uma saída minimamente aceitável. Na internet e nos computadores, isto se resume da seguinte forma: as pessoas tomam as decisões e os computadores as executam. A saída ("output") é o resultado de todo o processamento, que é o sistema em que os dados de entrada serão processados para gerar um resultado, que pode ser um cálculo salarial, renda pessoal, renda familiar, etc. 

Os adwares tem sido severamente criticados pelos especialistas em informática porque muitos deles possuem instruções para captar informações e as passar para terceiros sem autorização do usuário. É o que acontece com muitos aplicativos existentes no Facebook. Também há os que pedem autorização dos usuários com mensagens como "Este aplicativo solicita sua autorização para acessar suas informações pessoais e/ou as de seus amigos". É importantíssimo ter muito cuidado com relação a estes. Geralmente são "spywares" - programas que recolhem informações sobre os usuários, sobre suas atividades na internet e, segundo especialistas em segurança na internet, muitos deles transmitem essas informações a entidades internas e externas da internet sem que o usuário saiba disso. 

Esses programas tem recebido severas críticas de instituições de segurança, entre elas a norte americana Epic (Eletronic Privacy Information Center - "Centro de Informações sobre Privacidade Eletrônica"). Fundada nos Estados Unidos em 1994, a Epic atua em diversas áreas de defesa dos usuários da internet e realiza pesquisas sobre publicidade, educação, conferências, publicações e questões legais. 

Fonte: Crimernet

Os perigos de se Curtir ou Compartilhar páginas de celebridades no Facebook

Muita gente "curte" ou compartilha páginas de artistas sem antes verificar se elas são verdadeiras. Desta forma, expõem-se a muitos perigos. 

Também expõem a esses mesmos perigos todas as outras pessoas da família que utilizem o mesmo computador. O mesmo problema ocorre em qualquer rede social online, mas no Facebook isto é mais frequente porque é a rede social que que tem o maior número de usuários no mundo. Por isto, a rede tem muitos perfis e páginas de "celebridades" como jornalistas, cantores, cantoras, atores, atrizes, etc. Como cada pessoa tem que ser responsável pelos seus próprios atos, e como não é fácil controlar tudo que é feito por mais de um bilhão de usuários, a própria equipe do Facebook não tem como controlar tudo que acontece na rede com facilidade sem a ajuda dos próprios usuários. 

Você, usuário do Facebook, não pode "curtir" ou compartilhar todo link que aparece, toda marca de produto que aparece, etc., porque muitos desses links e perfis são falsos e, ao acessá-los, você concede a quem os postou a facilidade de obter seus dados pessoais e os de seus amigos - além de dados pessoais de outras pessoas que usam o mesmo computador armazenados na memória da máquina. Portanto, o que fazer? É simples: na dúvida, não clique, não abra a página, não "curta" e não compartilhe. Enfim: não fala o que você não precisa fazer e pode ser evitado. Todavia, caso você queira fazer isto, tem que fazê-lo com a devida segurança. Para isto, o Facebook tem um recurso chamado "Contas Verificadas".

O "Contas Verificadas" é um recurso que permite ao usuário verificar se uma conta de um perfil ou uma página que ele quer acessar, curtir ou compartilhar é falsa ou não. Funciona da seguinte forma:

Na página ou no perfil de uma pessoa, empresa, etc., há uma figura semelhante a uma roda dentada. Ela fica abaixo da "Foto de Capa" e ao lado de "Mensagem". Clique sobre ela e depois em "denunciar". Isto fará com que a equipe do Facebook investigue a página ou o perfil denunciado. Após a investigação, se forem verdadeiros, a página e o perfil passarão a aparecer para o público com um "V" significando "Verified" ou "Verificado". Se a página ou o perfil forem falsos, serão cancelados. Mas não curta nem compartilhe enquanto a certeza não vier.

Fonte: Crimernet